Observação clínica

O que é uma hipertensão, mas porque?

Atualizado em Maio de 2026
Autor
Revisão: Beldo Celestino Saraiva
Formado no curso: Técnico de enfermagem geral

Hipertensão é uma elevação persistente da pressão arterial acima dos valores normais, isto é pressão arterial superior a 140/90 mmHg em duas ou mais medições realizadas em condições adequadas.

É uma doença crônica em que o coração precisa exercer mais força para bombear o sangue através das artérias, o que pode, ao longo do tempo, causar danos ao coração, rins, cérebro e vasos sanguíneos, esse tipo de condição é necessário saber gerir os alimentos, ter uma boa dieta e não consumir muito sal.

O que é uma hipertensão, mas porque?

Na avaliação de pressão arterial, na medida em que chega o paciente na sua US, deve manter ele em repouso pelo menos 10 minutos e depois pode avaliar a pressão arterial.

A hipertensão arterial é a principal causa de mortalidade materna em todo o mundo, portanto deve ser controlada sempre que forn possível. Fonte: Organização mundial de saúde

Causas de e factores de riscos

As causas da hipertensão podem ser divididas em primárias (essenciais) e secundárias, dependendo da origem do problema.

Causas primárias da hipertensão

Causas secundárias da hipertensão

Corresponde acerca de 5% a 10% dos casos, tem causa identificável, geralmente relacionada a outra doença ou uso de medicamentos.

Sinais e sintomas de hipertensão

A hipertensão é conhecida como “assassina silenciosa” porque muitas vezes não apresenta sintomas perceptíveis até que cause complicações graves. No entanto, alguns sinais podem ocorrer, especialmente quando a pressão arterial está muito alta:

Prevenção da pressão alta

Tratamento da hipertensão

O tratamento da hipertensão tem como objectivo reduzir a pressão arterial, no tratamento temos o tratamento não farmacológico e outro tipo de tratamento é farmacológico , prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida.

Esses tiposde tratamento visa geralmente nas mudanças de estilo de vida, quando necessário e uso de medicamentos.

Os tratamentos não farmacologicos

Os tratamentos farmacologicos

Medicamentos: quando as mudanças no estilo de vida não são suficientes ou a pressão é muito alta, o médico pode prescrever:

Diuréticos reduzem excesso de líquidos e sal, como: Hidralazina 20 mg , furosemida 20 mg injetável, e em comprimido 40 mg. Hidralazina 20 mg é usado para casos grave como emergências e urgências hipertensiva.

Atenção: nunca faça automedicação, consulte sempre um profissional de saúde.

Se aplicamos um diuréticos num paciente devemos administrar um poupador de potássio exemplo: Amilorido para evitar o diurético eliminar substâncias úteis então esse poupador de potássio fará uma seleção retirando substancias nocivas e excessiva para fora.

Betabloqueadores diminuem frequência cardíaca e pressão. Bloqueadores dos canais de cálcio relaxam artérias e reduzem pressão.

Caso de uma emergência hipertensiva num paciente é usual na administração de Hidralazina 20 mg sendo retirada 1 mililitros e mais 19 mililitros de soro fisiológico e adicionasse o que comtempla 20 mililitros de Hidralazina diluído e dai aspira 5 mililitros e administre, e é necessário avaliar a cada 30 minutos para verificar o efeitos desejados.

Medir a pressão arterial regularmente, em casa ou no consultório. Consultas periódicas com o médico para ajustar o tratamento. Avaliação de órgãos-alvo: coração, rins, olhos e cérebro, para detectar possíveis complicações.

Complicações da hipertensão

A hipertensão mal controlada pode afectar diversos órgãos e sistemas do corpo, causando problemas graves como: acidente vascular cerebral: pode ser isquêmico: obstrução dos vasos e hemorrágico (ruptura dos vasos) resulta do aumento da pressão nas artérias cerebrais, sendo as primeiras complicações da hipertensão.

  1. Doença cardíaca: a hipertensão obriga o coração a trabalhar com mais força para bombear o sangue através das artérias, o que, ao longo do tempo, pode causar alterações estruturais e funcionais do órgão.
  2. O infarto do miocárdio: ocorre quando a pressão elevada contribui para o estreitamento das artérias coronárias, reduzindo o fluxo sanguíneo e causando danos ao músculo cardíaco.
  3. Doença renal crônica: a hipertensão persistente pode danificar os vasos sanguíneos e os pequenos filtros dos rins (os glomérulos), comprometendo a capacidade de eliminar resíduos e excesso de líquidos do corpo.
  4. Aneurismas: são dilatações anormais das paredes das artérias, causadas pelo enfraquecimento do vaso devido à pressão elevada constante. A hipertensão aumenta o risco de formação dessas dilatações, especialmente em artérias principais como a aorta.

Recomendações

Para prevenção e controle da hipertensão envolvem mudanças no estilo de vida, monitoramento constante e, quando necessário, uso correto de medicamentos.

Uma alimentação saudável é fundamental, incluindo a redução do sal, de alimentos ultraprocessados e frituras, e priorizando frutas, verduras, legumes, fibras e gorduras boas, como azeite e abacate.

A actividade física regular também é essencial, com pelo menos 30 minutos de exercícios moderados na maioria dos dias, ajudando a fortalecer o coração, melhorar a circulação e controlar o peso corporal.


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BIBLIOGRÁFICAS

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